Paolla Olveira DETONA JUÍZA QUE IMPEDIU ABORTO DE MENINA GRÁVIDA

Paolla Oliveira atualmente na novela cara e coragem, detona juíza que impediu aborto de criança abusada: ‘Nojento’.

É muito difícil pra uma mulher ler tudo que está relacionado a esse caso. Imagine para uma menina, uma criança, estar vivendo isso.
E quando eu falo em mulher, falo de ser humano, não de alguém como essa juíza que induz e coage uma criança a ter uma gravidez indesejada.
Assisti ao vídeo da audiência agora pouco e estou estarrecida de revolta, de raiva e de tristeza.
Não basta toda a violência sofrida por essa criança? Como essa juíza pode achar que a felicidade e dignidade de uma criança (e consequentemente de toda sua família) é menos importante que a felicidade de um casal adotante que nem existe ainda? Como alguém pode olhar no rosto de uma menina em sofrimento absoluto e não protege-la? Não acolhe-la? É nojento.
Uma mãe leva sua filha para o hospital e acaba sendo separada dela. É uma sucessão de violências e humilhações absurdas.
Criança não é mãe, criança não é incubadora.
Estuprador não é pai, estuprador é criminoso.
Que se faça a justiça que essa juíza não foi capaz e não teve interesse de fazer.
Que se desfaça a violência que essa juíza cometeu. disse a atríz. entenda o caso:
O caso da juíza Joana Ribeiro Zimmer está causando grande revolta nas redes sociais. ela negou o direito de uma criança de 11 anos realizar um aborto legal depois de sofrer abuso. A juíza fez várias perguntas difíceis para uma criança nessa idade responder: Joana sugeriu à garota a continuidade da gravidez por mais algumas semanas para que o parto fosse feito e o bebê fosse entregue para outra família.
“quanto tempo que você aceitaria ficar com o bebê na tua barriga para a gente acabar de formar ele, dar os medicamentos para o pulmãozinho dele ficar maduro para a gente poder fazer a retirada para outra pessoa cuidar?”, perguntou a juíza para a criança.

“Eu não sei.” respondeu a menina.

“Se a tua saúde suportasse [a gestação], tu suportaria ficar mais um pouquinho com o bebê? Mais duas ou três semanas?”

“Sim”, responde a menina sem entender muito bem o assunto.

Já em um diálogo com a mãe da criança, a juíza afirma que existem cerca de 30 mil casais que “querem o bebê”. “Essa tristeza para a senhora e para a sua filha é a felicidade de um casal”, disse a magistrada. chorando a mãe da menina reponde: “É uma felicidade porque eles não estão passando pelo o que eu estou passando”, respondeu a mãe da criança.

A menina segue com a gravidez, pois a juíza negou o aborto legal.

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