Novela Gênesis: Final Comovente de Lia e a Lenda das Mandrágoras

“Gênesis”: História incrível de Lia, a primeira esposa de Jacó, quando essa mulher de Deus provou ser fiel ao Senhor e ao marido.
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A novela “Gênesis” segue para o final da fase de Jacó e o início da “História incrível de José”, no Egito. Nos capítulos atuais acontecem o final trágico de Raquel ao dar à luz a Benjamin.
Será a partir daí que Jacó começa a enxergar Lia como a sua esposa escolhida pelo Senhor Deus Todo-Poderoso.
Lia, que foi tantas vezes desprezada por Jacó, começa a ganhar espaço ao lado de Jacó. Porém não será nada fácil para Lia.
Israel, o novo nome que Jacó conquistou ao lutar com o anjo do Senhor, coloca as suas atenções para José, o filho dele com a sua amada Raquel.
Jacó começa a tratar José melhor do que todos os seus filhos e o coloca até acima de Rúben, o seu primogênito com Lia.
Essa situação incomoda fará Jacó e Lia brigarem às vezes por causa dos filhos. Rúben, Simeão e os outros filhos de Lia e das concubinas, Bila e Zilpa, enfrentam essa indiferença do patriarca.
Essa preferência de Jacó por José fará Lia sofrer por causa dessa situação. Lia terá o trabalho de separar essas discussões entre pai e filhos.
Já não bastasse o que Lia passou quando Raquel disputava o seu marido há todo instante. Raquel fazia de tudo para Jacó não ficar com Lia.
A prova dessa situação era tão grande que Lia teve que praticamente alugar Jacó para ficar uma noite com o marido, mesmo o marido sendo dela.
Raquel trocou Jacó por mandrágoras para conseguir engravidar. Por causa das superstições que essa planta trazia que ela poderia ser usada como afrodisíaco entre um homem e uma mulher, Raquel acreditava nessa lenda.
As mandrágoras eram raízes estranhas que pareciam um boneco. A lenda conta que se essas plantas fossem arrancadas a meia noite, elas gritavam muito alto.
O seu grito terrível levaria o ser humano à um fim imediato.
Quem não se lembra dessas mandrágoras que foram vistas na aula de bruxarias no filme de Harry Potter e a Câmara Secreta?
No caso de Raquel, a segunda esposa de Jacó queria usar as mandrágoras como uma planta afrodisíaca para apimentar a sua relação e conseguir a sua gravidez.
Os árabes chamavam essas mandrágoras de “maçãs do diabo”, por acreditarem que essas plantas esquisitas possuíam substâncias afrodisíacas.
A mandrágora foi muito usada pelas bruxas e feiticeiras das épocas antigas para fazer rituais macabros para acabar com a infertilidade de uma mulher.

Sem confiar em Deus, Raquel entrou nessa onda de bruxarias e superstições de mandrágoras, mas nada de gravidez aconteceu.
Foi quando Lia, uma mulher temente ao Senhor Deus, que deu a “dica de ouro” para Raquel pedir em oração ao Deus de Jacó, Abraão e Isaque… para enfim engravidar.
O Senhor Deus ouviu o clamor de Raquel e o Todo-Poderoso lhe abriu a “madre”. Rapidamente, sem precisar das mandrágoras, Raquel enfim engravidou, porém Raquel não mudou o seu caráter.
Nesta altura, Lia já tinha os seus seis filhos homens e até uma menina que a chamou de Diná. Bem parecido com o nome de sua mãe Adiná, mas na verdade a Bíblia não revela nada sobre a mãe de Lia. Adiná foi criada pela licença poética da novela bíblica.
Quando José nasceu, Raquel colocou esse nome porque significa que “Deus lhe acrescente outro filho”. Raquel na verdade, estava cobrando de Deus outro filho para disputar a quantidade de filhos com a sua irmã Lia.
Deus permitiu uma segunda gravidez, mas o Senhor Todo-Poderoso sabia que essa escolha de Raquel era precipitada.
O Senhor Deus sabia que Raquel não iria aguentar um segundo parto.
Então antes de pedirmos algo a Deus, devemos saber se essa escolha é de acordo com a vontade de Deus ou não, senão vamos sofrer as consequências das nossas escolhas.
Por teimosia, Raquel acabou cobrando a Deus uma segunda gravidez. O Senhor atendeu e Raquel sofreu complicações no parto de Benjamin e não resistiu. Com isso, Lia ficou mais algum tempo com o marido sem ter Raquel por perto.
No último suspiro de sua vida, Lia declara o seu amor por Jacó e ela morre dormindo. Quando Lia morre naturalmente por velhice, Jacó a enterra na caverna dos patriarcas.
Será nesse último momento de partida comovente de Lia que Jacó reconhece que Lia era a sua escolhida verdadeira por Deus, mas os seus olhos humanos o enganaram e enxergaram somente a beleza de Raquel.
Lia, porém, não era tão bonita como Raquel, mas ela apresentava uma pessoa bondosa de olhos meigos. Lia apoiava e orientava Jacó sempre que pudesse em suas decisões.
Com muita honra, Lia é sepultada em Macpela, Hebrom, ao lado de Abraão e Sara, Isaque e Rebeca.

#Gênesis #Lia #Jacó

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